Reportagem televisiva na SIC Notícias sobre acidente no IP4. Ouve-se “…piso molhado, derivado à chuva.”. Foi a repórter, em voz off, (narrando), que o disse.
Ora bolas!!!!!!
Ando eu a tentar que os meus putos aprendam a falar como deve de ser e anda este pessoal na Têbê a assassinar o Português. DERIVADO À?????????????????????????
Quem a contratou não percebe que os órgãos de comunicação TÊM RESPONSABILIDADES?
Eu sei que este é o país onde a responsabilidade morreu solteira e há muitos anos. Mas como sou um ser esquisito e fora da norma, não posso deixar de ficar escandalizada.
Se a jovem repórter estivesse em directo, no local do acidente, com as câmaras ligadas directamente ao estúdio, eu desculpava. Desculpava porque, nessas situações, é fácil alguém enganar-se, a pressão e ansiedade pesam. Agora isto foi dito em estúdio. As imagens foram captadas e depois, construindo, montando a reportagem, a senhora repórter diz uma destas. Todos erramos, eu mesma, eu própria dou por mim a dizer “hépátite”. MAS EU NÃO FALO na televisão, nem sou médica. A senhora repórter, como repórter, devia ter um domínio perfeito da Língua Portuguesa.
Bem, isto é a minha opinião. Mas em abono da verdade os “jornalistas” de hoje em dia já não são “Jornalistas”. E de certa forma a culpa também não é toda deles. É de quem geriu o sistema político e social da Nação durante anos, e também de quem aceita que nos meios de comunicação social a mediocridade seja a ordem do dia porque o lucro enterrou o Brio Profissional e Espírito de Missão.
Um grande bem-haja para todos vós, q’eu vou ver a Lucy ou a novela. Derivado à hora tenho que ir! AH AH AH.
Ora bolas!!!!!!
Ando eu a tentar que os meus putos aprendam a falar como deve de ser e anda este pessoal na Têbê a assassinar o Português. DERIVADO À?????????????????????????
Quem a contratou não percebe que os órgãos de comunicação TÊM RESPONSABILIDADES?
Eu sei que este é o país onde a responsabilidade morreu solteira e há muitos anos. Mas como sou um ser esquisito e fora da norma, não posso deixar de ficar escandalizada.
Se a jovem repórter estivesse em directo, no local do acidente, com as câmaras ligadas directamente ao estúdio, eu desculpava. Desculpava porque, nessas situações, é fácil alguém enganar-se, a pressão e ansiedade pesam. Agora isto foi dito em estúdio. As imagens foram captadas e depois, construindo, montando a reportagem, a senhora repórter diz uma destas. Todos erramos, eu mesma, eu própria dou por mim a dizer “hépátite”. MAS EU NÃO FALO na televisão, nem sou médica. A senhora repórter, como repórter, devia ter um domínio perfeito da Língua Portuguesa.
Bem, isto é a minha opinião. Mas em abono da verdade os “jornalistas” de hoje em dia já não são “Jornalistas”. E de certa forma a culpa também não é toda deles. É de quem geriu o sistema político e social da Nação durante anos, e também de quem aceita que nos meios de comunicação social a mediocridade seja a ordem do dia porque o lucro enterrou o Brio Profissional e Espírito de Missão.
Um grande bem-haja para todos vós, q’eu vou ver a Lucy ou a novela. Derivado à hora tenho que ir! AH AH AH.