A vida é mesmo uma coisa muito esquisita e sem sentido. (Excepto quando vista pelos olhos dos Monty Phyton)
Há quem acredite que todos os problemas resultam da inescrutabilidade da referência. Eu tenho que concordar. Se tudo fosse claro e acessível nenhum problema existiria…
Claro que isto só se aplica ao conhecimento.
Bem, de certa forma se fosse claro qual é o sentido da vida haveria problemas?
Bem, is´to é, há sentido? E se o único sentido for: “não há sentido nenhum toca a aproveitar!”
Haveria problemas?
(Aproveitaste tudo? Acho que não, é isso que me põe de preto)
Desejava que a vida fosse clara como um silogismo, e que a capacidade de transformar quase tudo em silogismos fosse suficiente para te manter por aqui.
Maldito mineral que te escapava.
A tua ausência provocou uma reminiscência. Como se o teu estado presente despertasse o passado. E despertou. (lembrava-me das pizzas, mas já escondera muitas das conversas telefónicas!)
“Desconstrói lá isto!”
E agora, nós, que não temos nada de desconstrucionistas, ficámos “desconstruídos”.
“Ve vill meet again!”
ps. Espero que haja um outro lado, e que nesse lado esteja o livro de instruções que andamos à procura deste lado. Desejo que ele esteja já ao teu colo. Boa leitura!
Wednesday, November 01, 2006
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